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REGIONAL - CLAES Boletin Nº 59 Noviembre-Diciembre 2008 Imprimir E-mail
Petróleo en Latinoamerica - Región Sudamericana
Jueves, 08 de Enero de 2009 05:48
B 4 E

BOLETIN EN ENERGIA, ECOLOGIA, ECONOMIA y
EQUIDAD en AMERICA LATINA
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CLAES - Centro Latino Americano Ecología Social
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Nº 59, noviembre / diciembre 2008

CONTENIDOS

-FORO REGIONAL DE ENERGÍAS RENOVABLES
-MADEIRA: MILHARES DE PEIXES MORTOS
-JIRAU: MINISTÉRIO PÚBLICO CONTRA IBAMA
-ÍNDIOS ISOLADOS SOB O RIO MADEIRA
-REPRESAS CONFLICTIVAS
-BRASIL LLEVA ETANOL A AFRICA
-BAGAÇO DE CANA 4% DA MATRIZ
-EXPLOTACION PETROLERA EN AMAZONAS
-VENEZUELA: PRIMER PARQUE EOLICO
-MÉXICO REFORMARÁ SECTOR ELÉCTRICO
-PLAN ARGENTINO DE OBRAS
-GARABÍ RECIBIÓ TRES OFERTAS
-CAEN EXPORTACIONES DE BIODIÉSEL
-BIOCOMBUSTIBLES: DE LA 1ª A LA 2ª GENERACIÓN
-PREMIO EFICIENCIA EN ARGENTINA
-CAMBIO CLIMATICO DESPUES DE POZNAN
-CUMBRE LATINOAMERICANA EN BRASIL
-BIOREGIONALISMO, TERRITORIOS Y SUSTENTABILIDAD

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FORO REGIONAL DE ENERGÍAS RENOVABLES

CLAES junto a organizaciones sociales de Uruguay y
Argentina organizaron en noviembre el V Foro
Regional de Energías Renovables que tuvo como eje
principal el debate de propuestas acerca de una
matriz energética sustentable para el Cono Sur.
Este Foro es la continuación de un proceso iniciado
en el año 2004 y que tiene como objetivo principal
el debate de ideas y propuestas sobre energías
renovables y uso eficiente de la energía en la
región. Todas las ponencias están disponibles en el
sitio web de CLAES: www.energiasur.com

MADEIRA: MILHARES DE PEIXES MORTOS

Milhares de peixes boiaram, mortos, no rio Madeira,
a seis quilômetros da capital de Rondônia, após o
início da construção da barragem da Usina
Hidrelétrica de Santo Antônio, a primeira projetada
para este Estado da Amazônia Ocidental Brasileira.
É o primeiro acidente ecológico na fase inicial das
obras do chamado Complexo Madeira. Quando
concluídas, Santo Antônio e Jirau (sob embargo
judicial, após ser transferida a área de sua
construção) deverão produzir, juntas, seis mil
megawatts de energia elétrica.
Estima-se em cerca de duas toneladas o total de
peixes mortos. Nesta segunda-feira, uma equipe da
TV Rondônia mostrou a área onde se se acumulam
peixes de diversas espécies, entre os quais
surubins, jaraquis, pirapitingas e pescadas. Elas
morreram por falta de oxigenação da água, informam
os biólogos.
Funcionários da Madeira Energia S/A (Mesa)
improvisaram máscaras para entrar na área repleta
de peixes. A fedentina e os urubus são obstáculos.
Em nota, a Mesa informou que desde o início do mês
de outubro vem atuando no lançamento de
ensecadeiras entre a margem direita do rio Madeira
e a Ilha do Presídio. "Nesse processo, são formados
pequenos lagos, nos quais ficam confinados peixes
que são continuamente retirados e devolvidos ao
leito do rio", assinala a empresa. Ainda de acordo
com a nota, esse trabalho de resgate foi autorizado
pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos
Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

JIRAU: MINISTÉRIO PÚBLICO CONTRA IBAMA

Os Ministérios Públicos Federal (MPF/RO) e Estadual
de Rondônia (MP/RO) ajuizaram uma ação de
improbidade admnistrativa contra o presidente do
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos
Recursos Naturais Renováveis, Roberto Messias
Franco, e contra o diretor de Licenciamento
Ambiental, Sebastião Custódio Pires. O motivo,
segundo os MPs, é a concessão da licença parcial de
instalação de Jirau (RO, 3.300 MW). A ação civil
pública foi impetrada pelo procurador da República
Heitor Soares e a promotora de Justiça Aidee
Torquato, com pedido de liminar, no qual pedem o
afastamento dos servidores (perda da função
pública) e multa de 100 vezes a remuneração dos
servidores.
Entre outros motivos, a ação alega que o
deslocamento do eixo da usina fere a Lei de
Licitações (8.666/1993). "Isso porque a alteração
do eixo principal da UHE Jirau, representa não uma
mera alteração de localidade, como pretendem fazer
crer as autoridades, mas uma modificação complexa,
com alterações que implicam impactos ambientais que
extrapolam os contornos inicialmente previstos",
destaca a ação. O presidente do Ibama também teria
violado, segundo os procuradores, à Constituição
Federal, resoluções da Agência Nacional de Energia
Elétrica e do Conselho Nacional do Meio Ambiente,
bem como não considerou eventuais impactos
ambientais por conta da mudança da locação da
usina.

ÍNDIOS ISOLADOS SOB O RIO MADEIRA

Os impactos da obras do Complexo do Rio Madeira
sobre os povos indígenas em isolamento voluntário
pouco ou quase nada são discutidos pelos tomadores
de decisão governamentais ao implementarem as obras
do PAC – Plano de Aceleração do Crescimento. Em
Rondônia, os movimentos ambientalista e indígena
vêm denunciando nas Audiências Públicas, na mídia e
na FUNAI (Fundação Nacional do Índio) a situação
gravíssima dos indígenas que ocupam as Estações
Ecológicas Serra de Três Irmãos e Mujica Nava e a
bacia dos rios Jaci Paraná e Candeias.Apesar dos
alertas dados, nada foi feito para a proteção da
vida desses indígenas.
No Plano de Trabalho, nas atividades previstas para
as regiões onde há referências de índios isolados
que terão influência da UHE Santo Antônio, a Funai
faz as seguintes recomendações, tanto para a área
de influência direta quanto a indireta: “Reforçar
os trabalhos de localização geográfica em
expedições terrestres e fluviais, sendo necessário
sobrevôo; assim como os trabalhos de fiscalização e
vigilância, no período de tempo mais curto possível
e que as etapas necessárias não sejam prejudicadas”
Nas diretrizes do órgão indigenista voltadas para a
questão de isolados o documento traz
• A garantia aos índios isolados do pleno exercício
de sua liberdade e de suas atividades tradicionais;
• A não obrigatoriedade de contato com índios
isolados, diante da simples constatação da
existência do grupo;
• A proibição, no interior da área habitada por
índios isolados, de toda e qualquer atividade
econômica e comercial.

REPRESAS CONFLICTIVAS

El denominador común de dos megaproyectos
hidroeléctricos a instalarse en Chile y Brasil es
el fuerte cuestionamiento por parte de organismos
gubernamentales y la sociedad civil a los estudios
de impacto ambiental realizados por las firmas
proponentes. Ambos casos también comparten la
flexibilidad de las decisiones políticas a favor de
los emprendimientos en detrimento de los argumentos
oficiales técnicos.
El proyecto de HydroAysén para construir 5 represas
en la Patagonia chilena ha sido objeto de múltiples
cuestionamientos populares y gubernamentales que
tuvieron como corolario la suspensión de los
trámites para la obtención de los permisos
ambientales por parte del consorcio proponente.
Al igual que en el caso de los proyectos
hidroeléctricos para Aysén, los estudios de impacto
ambiental de los del río Madeira en Brasil,
recibieron fuertes cuestionamientos oficiales y
ciudadanos, a pesar de que luego las decisiones
políticas resultaron favorables a las empresas
concesionarias. Este conflicto adquirió ribetes
internacionales, ya que desde 2006, el gobierno
boliviano ha manifestado su resistencia a la
construcción de las represas que se ubicarán en la
frontera con Bolivia, temiendo que inunden parte de
su territorio. Pero el gobierno brasileño ha hecho
oídos sordos al reclamo de sus vecinos.
Un breve análisis de las similitudes de estos dos
procesos puede leerse en el artículo “Las represas
hacen agua” en www.energiasur.com

BRASIL LLEVA ETANOL A AFRICA

Desde hace dos años Brasil está trabajando para
consolidar su posición estratégica en África, a
partir del desarrollo de una matriz energética
basada en la producción de etanol en el inmenso
territorio de ese continente. Según informó el
diario español El País, tal objetivo se inscribe en
la estrategia del gobierno brasileño "para
implantar mundialmente la energía verde". "Sólo
habrá un mercado internacional de biocombustibles
si muchos países producen y muchos países compran",
dijo una alta fuente de la Cancillería brasileña al
periódico madrileño.
Según declaró el director del BIDC, África está
determinada a ayudar a Brasil en su pretensión de
convertir el etanol en una materia prima de
referencia mundial, como al día de hoy lo es el
petróleo o el gas natural. A cambio, Brasil
transferirá tecnología y creará puestos de trabajo
en la región.
La información señala que quince países africanos
ya estarían dispuestos a producir etanol con
tecnología y supervisión brasileña (Benín, Burkina
Faso, Cabo Verde, Costa de Marfil, Gambia, Ghana,
Guinea, Guinea Bissau, Liberia, Mali, Níger,
Nigeria, Senegal, Sierra Leona y Togo). En algunos
de ellos -por ejemplo Ghana- ya se han iniciado las
primeras inversiones de empresas de bandera
brasileña.

BAGAÇO DE CANA 4% DA MATRIZ

A energia gerada a partir do bagaço da cana entrou
definitivamente na matriz energética brasileira e a
potência já vendida ao governo federal supera os 4
mil MW, representando 4% da capacidade instalada de
geração no país. Desde o fim de 2007 até agora,
projetos de outros 2,4 mil MW entraram em análise
na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). E
para colocar somente esses empreendimentos em pé
serão necessários investimentos da ordem de R$ 16
bilhões, se levados em consideração que na média
são necessários R$ 2,5 mil para gerar 1kW de
energia.
Só no ano de 2008 entraram em operação comercial
usinas com capacidade instalada de cerca de 500 MW,
que exigiram investimentos de R$ 1,25 bilhão. Para
o próximo ano, já existe a previsão de que outros
700 MW entrem em operação. A crise financeira
internacional deve afetar somente os projetos de
usinas para a entrega em 2010. "Faltam 15 dias para
o próximo ano, e as usinas previstas para 2009 já
estão a esta altura com financiamentos contratados
e energia vendida", lembra o diretor de
comercialização do grupo AES no Brasil, Ricardo
Cunha. Mas para 2010 alguns sinais mostram que a
crise pode afetar a entrega de energia. Cunha diz
que alguns clientes já sinalizaram que os projetos
vão sofrer atrasos pela falta de recursos no
mercado financeiro.

EXPLOTACION PETROLERA EN AMAZONAS

Brasil acelerará la exploración y producción de
petróleo y gas en el estado Amazonas, con la
subasta de 13.000 kilómetros cuadrados en los que
están interesadas 12 compañías, indicaron fuentes
oficiales. Entre el 18 y 19 de diciembre el
organismo regulador Agencia Nacional de Petróleo
(ANP) llevará a cabo en Río de Janeiro la "Décima
Ronda de Licitaciones para la Exploración y
Producción de Petróleo y Gas Natural".
Por primera vez la subasta anual estará enfocada en
bloques terrestres y no serán ofrecidos los
ubicados en aguas marinas rasas ni profundas. "El
estado Amazonas va a participar en esa ronda con
siete bloques en diferentes municipios, con la
perspectiva de explorar petróleo y gas", señaló en
la capital regional Manaos el director general de
la ANP, Haroldo Lima, citado por la estatal Agencia
Brasil de noticias.
La idea en esta nueva ronda es "atraer inversiones
hacia regiones todavía poco conocidas en términos
geológicos e identificar nuevas cuencas
productoras", dijo Lima. Afirmó que en 100 de los
bloques ofrecidos "ya hay certeza de que existe
petróleo" y en el resto sólo indicios que tienen
que ser confirmados con nuevas perforaciones. Esos
30 bloques restantes, incluyendo los siete de
Amazonas, pertenecen a "nuevas fronteras", y según
Lima tienen potencial para aumentar las reservas
probadas de hidrocarburos del país (que llegan hoy
a 14.000 millones de barriles).

VENEZUELA: PRIMER PARQUE EOLICO

La estatal Petróleos de Venezuela S. A. (PDVSA) ha
cerrado un acuerdo con Made, filial local de
Gamesa, empresa española fabricante de
aerogeneradores, que proveerá al país sudamericano
de 76 aerogeneradores de 100 MW potencia total
estimada. La operación, que rondará los 150
millones de dólares (116 millones de euros),
significará la edificación del primer parque eólico
del país venezolano.
Gamesa ha comunicado el compromiso a la Comisión
Nacional del Mercado de Valores (CNMV), el
organismo que supervisa e inspecciona los mercados
de valores españoles, que incluye, además de
suministrar los aerogeneradores, supervisar su
instalación y puesta en marcha, así como la
operación y mantenimiento durante el bienio
siguiente.
El parque eólico, que contará con aerogeneradores
correspondientes al modelo AE61-1.320 kW, en su
versión de 60 Hz, también significará el Primer
paso de la estatal venezolana en el campo de las
renovables. Al respecto, evitará a la petrolera
estatal PDVSA destinar al año el equivalente a
21.500 toneladas de crudo para la generación de
energía eléctrica, como también evitará la emisión,
en el mismo período, de 150.000 toneladas de CO2.

MÉXICO REFORMARÁ SECTOR ELÉCTRICO

México reformará su sector eléctrico el próximo
año, anunció el senador del partido oficialista PAN
y secretario de la comisión de energía del Senado,
Rubén Camarillo. Tras un prolongado y arduo debate,
el Congreso mexicano aprobó finalmente este año una
reforma que estaba principalmente dirigida a la
petrolera estatal Pemex, aunque también se
incluyeron algunas medidas para el sector de
energías renovables y sostenibles. "Ahí viene la
otra parte de la reforma, porque no hemos
terminado. Viene la parte del sector eléctrico",
señaló el parlamentario.
"No se asusten, no se asusten", dijo Camarillo a
una multitud que respondió a sus palabras con
risas. "Si pudimos [con el tema petrolero], vamos a
poder también con el sector eléctrico". La
propuesta, ya sea que la proponga el Poder
Ejecutivo o la comisión de energía, se presentará
hacia fines del 2009, agregó.

PLAN ARGENTINO DE OBRAS

Tras haberlo anticipado a fines de noviembre, el
Gobierno de Argentina se apresta a lanzar un nuevo
y ambicioso megaplan de obras públicas que
alcanzará los $ 71.000 e incluirá proyectos de
infraestructura, energía y transporte. El "Plan
Argentino de Obras Públicas", que será anunciado
por la presidenta Cristina Kirchner se sumará a la
batería de medidas y programas sectoriales que se
dieron a conocer en los últimos días con el fin de
mantener las fuentes de trabajo e incentivar el
consumo interno.
Diseñado de apuro para enfrentar el impacto
recesivo que la crisis económica mundial descargó
sobre el país, el nuevo plan comprende proyectos de
distintas áreas que en algunos casos ya habían sido
anunciados a lo largo de 2008. Si bien la mayoría
de las obras están pensadas para alcanzar los picos
de empleos entre 2009 y 2010, varios proyectos
demandarán entre 4 y 5 años de trabajos.
Según los datos obtenidos por Clarín, el 40% de las
obras se destinarán a mejorar y ampliar los
sectores de energía eléctrica, gas natural y el
transporte público de pasajeros. En ese plan, en
materia energética, sobresalen la primera etapa del
gasoducto del NEA, las centrales hidroeléctricas
santacruceñas La Barrancosa y Condor Cliff y
terminación de Yacyretá y Atucha II.

GARABÍ RECIBIÓ TRES OFERTAS

Tres oferentes se presentaron en la licitación por
los "estudios de inventario del tramo compartido
entre Argentina y Brasil del río Uruguay", que
incluye la construcción de la represa Garabí,
durante un acto que encabezó el ministro de
Planificación, Julio De Vido. "La evaluación de
esta presentación estará lista el 19 de diciembre
para entregarla a los presidentes" de la Argentina,
Cristina Fernández de Kirchner, y de Brasil, Luiz
Inacio da Silva, quienes dieron la orden de
"acelerar los tiempos de esta realización", aseguró
el ministro De Vido.
Los oferentes son el consorcio integrado por Esin
consultora S.A, CNEC Engenharia S.A. y Proa SRL; en
segundo lugar el consorcio internacional de
empresas del río Uruguay y el tercero el consorcio
binacional Alto Uruguay.
El ministro de Planificación Federal aseguró que
"no hay ningún problema con la energía", aunque
admitió que hay "inconvenientes puntuales" producto
de una situación atípica de altas temperaturas
durante seis, siete días consecutivos.
"Los volúmenes de energía ofrecidos al sistema por
Cammesa están 2 mil ó 3 mil MW arriba de lo que el
sistema está consumiendo", aseguró De Vido, y
destacó que "este es el noviembre más caluroso en
53 años, con temperaturas entre 24 y 35 grados".

CAEN EXPORTACIONES DE BIODIÉSEL

Las exportaciones de biodiésel de Argentina se
derrumbarron a menos de la mitad del volumen
reportado hace dos meses, debido a que Estados
Unidos eliminó un subsidio que impulsaba la demanda
por el producto del país sudamericano, dijo el
martes la revista Oil World. Argentina exportará
apenas entre 35.000 y 45.000 toneladas de biodiésel
en diciembre, frente a las 38.000 toneladas de
noviembre y las 109.000 toneladas de octubre, según
estimaciones de la publicación.
"En Argentina, la producción de biodiésel ha sido
frenada temporalmente debido a una fuerte caída en
sus ventas", dijo Oil World. "El fin de los
subsidios estadounidenses, la escasa demanda
europea durante el invierno (boreal), la escasa
actividad comercial y la incertidumbre económica
provocará una fuerte caída en la elaboración de
biodiésel en diciembre", añadió.
A su vez, la baja en la producción de biodiésel
limitaba la demanda de aceite de soja en Argentina.
Entre enero y noviembre del 2008 las exportaciones
argentinas de biodiésel sumaron 633.000 toneladas,
mientras que durante el mismo período del año
previo habían sido de apenas 87.000 toneladas.
Importantes volúmenes de biodiésel de Estados
Unidos fueron vendidos a Europa bajo un sistema
denominado en inglés "splash and dash" (parada en
boxes). Bajo el esquema, productores del país
norteamericano importaban biodiésel -la gran
mayoría de origen argentino-, y mezclaban el
biocombustible con 1 por ciento de diésel derivado
del petróleo para obtener los subsidios otorgados
por el Gobierno, y luego volvían a exportar el
derivado.
Productores de biocombustible de Europa denunciaron
que el biodiésel elaborado bajo esas condiciones
era comercializado a precios muy bajos contra los
que no podían competir. Sin embargo, en octubre
Estados Unidos anunció que cancelaría los
subsidios. La caída de las exportaciones de
biodiésel oscurece aún más el ya sombrío panorama
de los productores de soja de Argentina, afectados
por la caída en los precios del grano, por los
impuestos a la exportación y por las políticas de
control de precios domésticos del Estado, dijo Oil
World.

BIOCOMBUSTIBLES: DE LA 1ª A LA 2ª GENERACIÓN

Los agrocombustibles o biocombustibles de primera
generación están dando paso al desarrollo de nuevas
tecnologías de producción de biocombustibles que no
afectan la seguridad alimentaria, la biodiversidad
y los recursos naturales a la vez que contribuyen
más eficientemente a la reducción de emisiones de
GEI. En ese marco los biocombustibles de segunda
generación (B2G) se posicionan como una respuesta a
las acusaciones contra los B1G. El objetivo de la
segunda generación es ampliar la cantidad de
biocombustible que puede producirse por el uso de
cultivos no alimentarios, como los pastos perennes,
la jatrofa y el álamo, los residuos de cultivos,
tales como paja de cereales, y los residuos
agroindustriales y forestales. Esta discusión está
comenzando en América Latina y la investigadora de
CLAES, Virginia Lobato presenta un análisis en el
artículo “Bicombustibles sin fronteras” en el sitio
de CLAES: www.agrocombustibles.org

PREMIO EFICIENCIA EN ARGENTINA

Nuevamente en BIEL light+building se premiarán las
obras y proyectos que utilizan sistemas de
iluminación eficiente artificial. El gerenciamiento
del PREMIO ELI está a cargo de CADIEEL - Cámara
Argentina de Industrias Electrónicas,
Electromecánicas, Luminotécnicas,
Telecomunicaciones, Informática y Control
Automático - e Indexport Messe Frankfurt, empresa
organizadora de la muestra.
ELI (Efficient Lighting Initiative) es un programa
internacional que tiene como meta principal
acelerar la introducción de lámparas, luminarias y
equipos auxiliares que contribuyen a la iluminación
energéticamente eficiente, permitiendo lograr
beneficios para la sociedad, tanto económicos como
ambientales. Los beneficios económicos incluyen el
ahorro energético de los usuarios, y los
ambientales comprenden la reducción de la emisión
de los gases del efecto invernadero (GEI) y la
postergación del agotamiento de los recursos no
renovables de energía.
En la Argentina, ELI promueve la iluminación
eficiente a través de una variedad de actividades
entre las cuales se encuentra este Concurso,
destinado a otorgar un reconocimiento a aquellas
instalaciones y proyectos de iluminación de alta
eficiencia energética y, de esta manera, favorecer
su difusión. Dicho reconocimiento se hace por medio
de la entrega de Certificados y Premios.
Por mayor información por favor envíe sus datos a:
premioeli@cadieel.org.ar

CAMBIO CLIMATICO DESPUES DE POZNAN

La conferencia gubernamental sobre cambio
climático, celebrada en Poznan (Polonia) no
pretendía llegar a acuerdos de fondo. Pero era un
paso más en un camino de dos años trazado en el
anterior encuentro y que pretende concluir con un
gran acuerdo sobre cambio climático, reformando el
Protocolo de Kioto. Pero lo más probable que pase
es que se logre un acuerdo magro e inútil que le de
continuidad al magro e inútil Protocolo de Kioto.
Un análisis de Gerardo Honty, publicado
originalmente por ALAI, y ahora disponible en
nuestro semanario digital Peripecias, en
www.peripecias.com

CUMBRE LATINOAMERICANA EN BRASIL

CLAES ha publicado una serie de artículos referidos
a las sucesivas cumbres presidenciales del
MERCOSUR, la UNASUR y América Latina y el Caribe,
en Bahia (Brasil). Los artículos incluyen un
análisis sobre las "urgencias y demandas de la
integración regional" frente a los procesos
actualmente en marcha. Las publicaciones se
encuentran tanto en castellano como portugués. Se
pueden descargar de nuestro sitio web en
integración y sustentabilidad en
www.integracionsur.com

BIOREGIONALISMO, TERRITORIOS Y SUSTENTABILIDAD

Tuvo lugar pocas semanas atrás un nuevo encuentro
internacional sobre Bioregionalismo, Territorios y
Desarrollo Sostenible. Convocado por LIDEMA (Liga
de de Defensa del Medio Ambiente) y CLAES, el
encuentro congregó a delegados de ONGs de toda
Bolivia, junto a invitados de Perú, Argentina,
Brasil, Paraguay y Uruguay. Se analizaron los
aspectos territoriales en las propuestas de
desarrollo sostenible, como parte de la iniciativa
en bioregionalismos donde participan estas y otras
instituciones. Más informaciones en
www.bioregionalismo.com

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B4E (Energía, ecología, economía y equidad) es un
boletín con noticias destacadas e informaciones
sobre energía y desarrollo sustentable en América
Latina, publicado por CLAES (Centro Latino
Americano de Ecología Social). El boletín además
informa sobre el trabajo del centro y sus
publicaciones. El boletín lo reciben mas de 450
subcriptores en mas de 10 países.
Editores: G. Honty y E. Gudynas.
Publicado por CLAES – Centro Latino Americano de
Ecología Social (Montevideo, Uruguay) – Programa en
Energía, y Sustentabilidad en América Latina.
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