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BRASIL - Modelo usado pela Petrobras é sucesso entre emergentes Imprimir E-mail
Viernes, 07 de Diciembre de 2007 05:19



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De: Ricardo Verdum < Esta dirección electrónica esta protegida contra spam bots. Necesita activar JavaScript para visualizarla >
 
Data: 3 de dezembro de 2007 19h20min42s GMT-02:00
 
Para: destinatarios-nao-revelados:;
 
Assunto: [Justiçaambiental]Modelo usado pela Petrobras é sucesso entre emergentes
 
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*Modelo usado pela Petrobras é sucesso entre emergentes*
 
Gazeta Mercantil - 03/12/2007
 

 
 
Juan Velásquez
 

 
 
A Petrobras criou, na última sexta-feira, duas gigantes da petroquímica
 
mundial trocando ativos do setor com a Braskem e a Nova Companhia
 
Petroquímica (NCP) - ainda uma alcunha. Assim, coloca a petroquímica
 
brasileira no nível de competição das maiores companhias do mundo e
 
também das emergentes que hoje crescem mais rapidamente.
 
As petroquímicas sauditas, indianas e chinesas crescem muito rápido e já
 
se destacam por seus resultados. Exemplo da saudita Sabic, da chinesa
 
Sinopec e da indiana Realiance. A Sabic é a maior do mundo atualmente.
 
Estas emergentes crescem usando a mesma receita: forte incentivo de
 
estatais de petróleo com parceiras privadas e cadeia de produção
 
verticalizada desde o petróleo até as resinas plásticas. A mesma costura
 
foi feita na sexta-feira pela Petrobras com Braskem e a Unipar, que
 
liderará a Nova Companhia Petroquímica.
 
A estatal, que detinha participações picadas em várias petroquímica no
 
País, cedeu seus ativos - alguns muito antigos e pequenos e outros
 
modernos e valiosos - a suas novas parceiras. Em troca, trouxe para si
 
participações de peso nas duas: 40% do capital votante da NCP e 30% do
 
capital votante da Braskem. Assim, a estatal ganha cadeiras no conselho
 
das duas empresas e elas, com estes ativos e a parceria com a Petrobras,
 
ganham suporte de matérias-primas para crescer no exterior .
 
"Além de ganhar suporte, as novas gigantes ganham possibilidade de fazer
 
novas parcerias com outras grandes mundiais, como faz hoje a Sabic com a
 
Dow e a Exxon no Oriente Médio", disse o sócio-diretor da consultoria
 
especializada MaxiQuim, Otávio de Carvalho.
 
O movimento se deu da seguinte forma: A Braskem já havia consolidado sua
 
presença no Nordeste desde sua criação em 2002 quando incorporou a
 
Companhia Petroquímica do Nordeste (Copene) e as participações desta na
 
Companhia Petroquímica do Sul (Copesul). Além disso, incorporou outras
 
petroquímicas locais, caso da Politeno. Neste último ano a Braskem
 
associou-se à Petrobras e grupo Ultra para adquirir o grupo Ipiranga.
 
Este detinha quase que todo o resto das ações da Copesul.Paralelo a
 
isso, Braskem e Petrobras tinham sociedade na nova Petroquímica
 
Paulínia, que inicia produção de polipropileno - resina forte na
 
fabricação de autopeças de plástico - em 2009.
 
Com o movimento de sexta-feira a Petrobras, e também seu braço
 
petroquímico Petroquisa, repassou diversos ativos à Braskem que deverá
 
integrar também 100% da Petroquímica Triunfo, na qual a Petrobras ainda
 
negocia com sócios minoritários.
 
Composição acionária
 
"A Petrobras, que podia ser vista como ameaça ao crescimento da Braskem
 
agora fez uma junção de forças que nos abrirá portas. Estamos criando um
 
novo paradigma para o setor", disse o presidente da Braskem, José Carlos
 
Grubisich. A nova Braskem tem dois donos. Petrobras/Petroquisa com 25%
 
do capital votante, Odebrecht/Norquisa com 37,3% e 37,7% de ações no
 
mercado. Farão parte da empresa Ipiranga, Copesul, Petroquímica
 
Paulínia, Petroquímica Triunfo e Petroflex (está a Braskem pretende
 
vender). A empresa passará a ter receita líquida de US$ 11,4 bilhões.
 

 
 
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